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Na era de São Zacarias, Papa de Roma (741–752), o mesmo misteriosamente encontrou o venerável crânio de São Jorge guardado a salvo numa urna (provavelmente no Oriente), com uma inscrição em grego sobre sua autenticidade. Tamanha foi sua felicidade, que o papa convocou toda a cidade de Roma numa procissão com hinos e cânticos até depositá-lo na milenar Igreja de São Jorge em Velabro, próxima ao Arco de Jano. Desde sua transladação à igreja, inúmeros milagres foram registrados por aqueles que veneravam o grande mártir. <small>([//www.google.com/maps/uv?pb=!1s0x0%3A0x491e76a7434134e3!15sCAESAggI&imagekey=!1e10!2sAF1QipOzV__w7pAs6o0Re1q876J4svKwRx1cNSE3jgrD ver panorâmica])</small>
== Hinos ==
: Por tuas intercessões, ó Grande Mártir Jorge, /
: a todos é concedida a remissão dos pecados.
== Notas ==
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Esse mesmo servo foi quem encarregou-se de registrar sua vida para que todas as gerações futuras pudessem contemplar a Glória de Deus realizada por intermédio de São Jorge. Nesse registro, o nome de Diocleciano está grafado como ''Dadiano'', e algumas tradições ocidentais acabaram identificando-o como o mesmo Daciano responsável pelo martírio de São Vicente de Saragoça e outros. Isso, porém não seria possível, pois Daciano era prefeito da Gália, e não de alguma outra área no Oriente.
No mesmo registro, há um ''Magnêncio'' que governava ao lado de ''Dadiano''. É impossível que esse seja o Imperador Magnêncio de Roma (350–353), pois este usurpou do poder e governou sozinho, além de que a Igreja de São Jorge já havia sido construída décadas atrás. Logo, esse só pode ter sido o Imperador Maximiano, significando que os feitos de São Jorge já haviam chegado até o Ocidente.
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== Ligações externas ==