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Pantelimão, o Anárgiro

Sem alteração do tamanho, 15h53min de 30 de março de 2020
Vida
Outra vez, seu pai Eustórgio viu o médico curar um homem cego apenas invocando o nome de Jesus Cristo, e isso bastou para aquele crer em Cristo e batizar-se junto com o homem cuja vista havia sido milagrosamente curada. Após a morte de seu pai, São Pantelimão dedicou sua vida aos atribulados, aos enfermos, desafortunados e carentes, curando pelo nome de Cristo todos que vinham até ele sem aceitar pagamento algum. O santo também visitava os presos, que geralmente eram cristãos, curando-os de suas feridas.
Em pouco tempo toda a cidade já havia ouvido falar do médico caridoso, e muitos doutores já haviam perdido seus clientes. Irados, os médicos foram até Maximiano e falaram que São Pantelimão estava curando os prisioneiros cristãos. O imperador convocou o santo e pressionou-o a oferecer sacrifícios aos ídolos, pois assim não seria incriminado. São Pantelimão confessou-se Cristãocristão, e pediu que um enfermo, por quem os médicos não davam mais esperança de recuperação, fosse levado perante o imperador; assim os outros médicos poderiam invocar seus deuses, enquanto Pantelimão oraria ao seu Deus para que o homem fosse curado.
Um homem há muito tempo paralítico foi trazido, e os sacerdotes pagãos que conheciam a arte da Medicina começaram a invocar seus deuses, mas todos os esforços foram em vão. Então, perante os olhos do imperador, o santo curou-o invocando o nome de Jesus Cristo. Maximiano, em fúria, ordenou que o homem curado fosse morto, e condenou São Pantelimão a cruéis torturas. O próprio Senhor apareceu perante o santo e encorajou-o a suportar o sofrimento. Os torturadores penduraram-no numa árvore, arranharam-no com garras de ferro, queimaram-no com fogo, distenderam-no com o cavalete, jogaram-no num caldeirão com alcatrão fervendo e, por último, o jogaram ao mar com uma pedra pesada amarrada em seu pescoço. Cristo o preservou ileso durante todas essas torturas, e o grande mártir voltou a denunciar o imperador.
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