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Já em seu leito de morte, seus discípulos que o cercavam viram seu rosto brilhar como o sol, e perguntaram o que o moribundo via. São Sisoé respondia que via Santo Antão, os profetas e os apóstolos. Cada vez mais sua face brilhava. E perguntaram com quem o santo falava. Ele os disse que os anjos já haviam chegado para levar sua alma, mas que estava suplicando um pouco mais de tempo para conseguir arrepender-se de todos os seus pecados. Os monges disseram: “Não precisas de arrependimento, pai!”, e o santo, com grande humildade: “Não creio que sequer tenha começado a me arrepender.”
Com essas palavras, o rosto do santo pai brilhou tão fortemente vigorosamente que os monges não conseguiam mais olhar em sua direção. São Sisoé dizia que estava vendo Deus com seus próprios olhos. Então, com um clarão e um doce aroma, São Sisoé entregou sua alma e partiu para o Reino Celeste.
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