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A igreja possuía uma grande sala de banho cuja água vinha da fonte sagrada da Mãe de Deus, na qual somente o imperador ou a imperatriz podiam se banhar. Santa Theodora usava o pretexto do banho para trancar-se na igreja em oração, enquanto Theófilo permanecia com a corte no Palácio de Blaquerna, vizinho à igreja. Talvez Santa Theodora soubesse que o Ícone da Mãe de Deus de Blaquerna havia sido salvo dos iconoclastas e estava escondido dentro da parede da igreja, tal como seria revelado quase duzentos anos depois durante obras de restauração.
==Defesa dos ícones==
[[Imagem:Mirror icon.jpg|thumb|right]]
==Restauradora da Ortodoxia==
== Repouso ==
== Codex 565 ==
[[Imagem:Theodora67page1 b.jpg|thumb|right]]
Eles haviam sido depositados lá após Santa Helena retornar de sua expedição em Jerusalém, e era de seu desejo que um mosteiro fosse erguido no terreno perfumado. Cinquenta anos após seu repouso, o terreno finalmente passou a abrigar um mosteiro, porém não resistindo até os tempos de Santa Theodora, quando uma casa já havia sido construída sobre suas ruínas.
Antes mesmo de se tornar imperador, Theófilo tinha grande estima para com o futuro Patriarca João VII, a quem ele próprio instauraria em 837. João havia sido um iconógrafo e discípulo de São Theodoro, o Estudita (756–826), um firme defensor dos santos ícones e hegúmeno do Mosteiro de São João, o Batista, em Stoudion, distante um quilômetro a sudoeste do Gastrion, onde Teoctista estabeleceria um mosteiro na década seguinte do repouso de São Theodoro.