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Gregório, o Teólogo

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== Vida ==
Gregório nasceu em 329, na era do santo Patriarca Eustácio de Antioquia (325–330) e do santo Imperador Constantino I de Roma (306–337), no pequeno vilarejo de Arianzo, distante dez quilômetros da cidade de Nazianzo na Capadócia (atual Turquia central) no século IV. Primogênito, e recebeu o nome de seu pai, Gregório, ao nascer. Seu pai e sua mãe, Nona, viviam em nobreza pertenciam à seita dos hipsistarianos, uma seita que sincretizava o paganismo com o judaísmo, adorando um deus único que se revelava através das chamas e mantendo o sábado e justiça para com todosos jejuns prescritos, porém viviam sob negando a ilusão Cristo e à verdade do paganismoEvangelho. Sua família vivia cem quilômetros ao oeste da grande cidade Como possuíam grandes riquezas, faziam de Cesareia na Capadócia e, após o nascimento suas terras em Arianzo uma colônia de Gregórioseguidores dessa seita, seus pais aceitaram receber o mistério do Santo Batismo junto que refugiavam-se para não serem denunciados por traição ao seu filhoimpério. Essa colônia era conhecida nos mapas como “Carbala”.
Seu paiEm 325, um ano após São Constantino derrotar o ímpio Imperador Licínio (308–324) e por fim à Grande Perseguição no Oriente, o Primeiro Concílio Ecumênico foi convocado pelo santo na grande cidade de Niceia na Bitínia, e a Fé cristã triunfou sobre todo o império. Nona, conhecendo mais sobre a Fé verdadeira, transmitiu tudo o que ouvira para seu esposo, e orava diariamente para que a vontade do Deus verdadeiro fosse feita. Mesmo cegos pelo paganismo, Gregório e Nona viviam em nobreza e justiça para com todos, e o amor em seus corações permitiu que a chama de Deus se acendesse neles. Naquele ano, os piedosos Gregório e Nona encontraram um sacerdote cristão e rogaram pelo Santo Batismo. Após serem catequizados com o que restara-lhes saber sobre a Fé, ambos tiveram a vida passada apagada pelas águas do batismo. Gregório ajudou na construção de uma igreja em Nazianzo e, assim que passou foi concluída, mudou-se para lá com sua esposa Nona. Passando a servir à Igreja com muito zelo e dedicação, logo Gregório tornou-se sacerdote , provavelmente pelas mãos do Bispo Eufrásio de Garsaura (c. 325–?), uma igreja que ele mesmo ajudou cidade trinta quilômetros ao oeste de Nazianzo. Em meados de 328, a Arquidiocese de Cesareia na Capadócia dignificou a construircidade de Nazianzo para tornar-se uma nova diocese, separada de Garsaura.  --- Não tardou até que se juntasse à hierarquia da Igreja, tornando-se Bispo de Nazianzo. Dessa forma, seu filho Gregório foi, desde a infância, introduzido à mais alta educação cristã, pois via em sua própria família os preceitos e o testemunho de [[Jesus Cristo]]. Na adolescência, Gregório foi presenteado por seu pai com mestres que lhe ensinaram a mais completa filosofia.
Sua dedicação aos estudos transformou-o num autodidata e num mestre de virtudes. Ele foi tão profundamente vitorioso pelo brilho de sua vida, por sua tão estimada reputação e por ter alcançado o ponto mais alto da teoria divina que suas palavras e doutrinas prevaleceram sobre qualquer conflito de sua época. Desse modo, São Gregório foi conhecido pelo povo pelo epíteto de “o Teólogo”. Em todos os seus dizeres, São Gregório enfatizava a Santíssima Trindade como uma em essência e consubstancial, ao contrário de seus adversários arianos que negavam a divindade de Cristo.
Para preservar seu santo de ser tratado como um deus pelo povo, Cristo permitiu que uma cicatriz em seu olho perdurasse por toda a sua vida, para lembrar a todos de sua condição humana e de como tanto seu esforço como sua Fé o colocaram tão próximo do Reino de Deus. Tratava-se de um acidente ocorrido na infância de São Gregório, em que um galho com o qual brincava partiu e atingiu seu olho direito até o crânio. Tamanha foi a gravidade do acidente que o jovem garoto precisou passar muito tempo em recuperação, estando sua visão ofuscada. Considerando-se tolo e impuro para servir a Deus, São Gregório amargurou-se e chorou por longos dias, até que sua visão fosse totalmente restaurada pelas suas lágrimas. Ainda assim, a cicatriz permaneceu para sempre em seu olho.
 
Ele floresceu durante os reinados dos imperadores Valêncio (364–378) e São Teodósio, o Grande (378–395).
== Pós-vida ==
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